SÃO PAULO - Dos 29 procedimentos abertos no ano passado pelo Ministério Público do Estado de São Paulo para investigar supostas irregularidades em negócios entre a multinacional francesa Alstom e o governo paulista, três já tiveram pedido de arquivamento feito pela Promotoria de Justiça e Cidadania.

Os argumentos dos promotores Eduardo Rheigantz e Sérgio Turra Sobrane são a falta de provas ou não-existência de irregularidades nos contratos.

Uma ação investigava irregularidade de contrato entre a Alstom e a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp). Outro apurava irregularidade na contratação da Alstom, sem licitação, para prestar serviços à Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM). O terceiro investigava ilegalidade no contrato para prestação de serviços para usina hidrelétrica Engenheiro Souza Dias, em Jupiá, da Companhia Energética de São Paulo (Cesp).

Na Suíça, o Ministério Público local acusou a Alstom de pagar propina a políticos paulistas para obtenção de contratos. A empresa francesa nega a existência de esquema de suborno no Brasil. As informações são do jornal "O Estado de S. Paulo".

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