Promotor que matou jovem no litoral perde cargo vitalício

SÃO PAULO - O promotor de Justiça de São Paulo Thales Ferri Schoedl - que matou um jovem em 2004 em Bertioga - perdeu o direito a cargo vitalício. A decisão foi confirmada nesta segunda-feira no Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), e, agora, Thales não poderá recorrer no CNMP, apenas no Supremo Tribunal Federal (STF). As informações são do Estado de S. Paulo.

Redação |

Em junho, o Conselho havia negado o cargo vitalício de Thales, que recorreu da decisão. Na época, ele também foi exonerado do cargo no Ministério Público.

Na quarta-feira, 20, Thales seria julgado e, caso a decisão seja publicada no Diário Oficial, o julgamento deve ser adiado. A expectativa é de que ele seria absolvido no julgamento de quarta, pois muitos desembargadores sinalizaram que ele teria agido em legítima defesa

O caso

Thales matou a tiros o estudante Diego Mendes Modanez, de 20 anos, e feriu Felipe Siqueira Cunha de Souza, também estudante, que na época tinha 20. Segundo o promotor, ele e a namorada estavam saindo de uma festa na Riviera de São Lourenço, no litoral de São Paulo, quando um grupo de mais de dez rapazes teria mexido com a moça. Schoedl afirmou que agiu em legítima defesa.

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