Presos acusados de vender vaga em UTI em Goiás

GOIÂNIA - A morte de pacientes nos últimos anos motivada pela falta de vagas na Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) do maior hospital de Goiás resultou na prisão de cinco pessoas nesta quarta-feira.

Agência Estado |

Entre elas dois médicos e duas enfermeiras que trabalham no Hospital de Urgências de Goiânia (Hugo), que é público, além de uma assessora parlamentar da Assembléia Legislativa do Estado. Eles são acusados de estarem envolvidos com a máfia das UTIs, segundo a Polícia Civil e o Ministério Público Estadual.

De acordo com a investigação, que começou há oito meses, o sistema era acionado quando o paciente dava entrada no hospital público. Como não havia vaga, o doente era selecionado de acordo com a situação socioeconômica e o tipo de plano de saúde para ser encaminhado a unidades particulares. Ambulâncias eram providenciadas e guias de autorizações de internação hospitalar assinadas pelos médicos.

Segundo as investigações, cada guia rendia entre R$ 150 e R$ 250 ao grupo. As informações são do jornal "O Estado de S. Paulo".

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