Presídio de Marília suspeita de uso de pombos-correios

Os presos da penitenciária de Marília podem estar utilizando pombos-correios para a entrada de peças de telefone celular, drogas e outros produtos proibidos para dentro da prisão. A descoberta foi feita após a visita do último sábado.

Agência Estado |

Uma moradora de Pompéia, distante cerca de 30 quilômetros de Marília, foi surpreendida saindo da penitenciária com duas pombas escondidas dentro de uma marmita. Os animais tinham pequenos sacos de tecido presos ao corpo, o que levou a polícia a supor que seriam utilizados para o transporte de pequenos objetos.

Na delegacia, a mulher disse ao delegado Paulo de Souza que levou as marmitas cheias de comida para o detento que foi visitar, mas ao recebê-las de volta não sabia que os pombos estavam em seu interior. Depois de prestar as declarações, a mulher foi liberada, mas será investigada junto com outros suspeitos de participação em esquema que utilizaria os animais para o transporte. Apreendidos, os pombos foram entregues à veterinária Cátia Voss, que atestou boas condições físicas e admitiu que, pelas características, é possível que tenham sido utilizados para transporte de objetos. Funcionários do presídio disseram ter percebido nos últimos meses um aumento do número de pombos entrando nas celas.

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