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Presidente da CUT defende controle social da imprensa

O presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Artur Henrique da Silva Santos, defendeu nesta segunda-feira, na http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2010/03/29/pac+2+preve+investimentos+de+r9589+bi+entre+2011+e+2014+9442782.html target=_topcerimônia de lançamento da segunda fase do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2), o controle social da imprensa.

iG São Paulo |

"É necessário democratizar os meios de comunicação. É preciso que haja um controle social dos meios de comunicação", declarou o sindicalista. "A liberdade de imprensa não pode ser só liberdade privada de imprensa."

Silva Santos disse que, há menos de dois anos, a imprensa e os oposicionistas qualificavam as ações do governo voltadas para o combate à crise como um "programa de aceleração da crise". Mas hoje, disse o sindicalista, está clara a importância do PAC, o qual, segundo ele, promove o crescimento com inclusão social e resgata o papel do Estado na economia.

Outro resultado do PAC, na avaliação do presidente da CUT, é que o programa resgatou o planejamento de longo prazo no Brasil, que há muito tempo estava deixado de lado. Ele defendeu também a redução dos juros da economia e a diminuição da jornada de trabalho, que é de 44 horas semanais.

PAC

A segunda edição do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC-2) prevê um total de investimentos de R$ 958,9 bilhões no período de 2011 a 2014. Segundo documento divulgado pelo governo nesta segunda-feira, após 2014 os investimentos chegariam a R$ 631,6 bilhões, elevando o total do PAC-2 para R$ 1,59 trilhão.

O primeiro PAC foi anunciado pelo governo federal em janeiro de 2007, com estimativa inicial de aportes de R$ 503,9 bilhões até 2010 nas áreas de transporte, energia, saneamento, habitação e recursos hídricos. Esse valor - incluindo recursos públicos e privados - foi ampliado para R$ 638 bilhões.

Balanço de fevereiro indica que pouco mais de R$ 400 bilhões do primeiro PAC tinham sido empenhados até dezembro. Dos 2.471 projetos do programa, apenas metade foi concluída.

(*com informações da Agência Estado)

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