Presas de Campinas também rejeitam mulher acusada de espancar bebê

SÃO PAULO - As presas da Penitenciária Feminina de Campinas rejeitaram, nesta sexta-feira, Valdecina Alves de Almeida, de 33 anos, acusada de tentar matar uma criança de 1 ano e dois meses, espancando e queimando o bebê. Ela foi presa na quarta-feira e estava detida na Cadeia Pública de Itupeva, onde também foi rejeitada e causou um tumulto entre as detentas. As informações são do site ¿Cosmo On Line¿.

Redação |

A transferência para Campinas aconteceu para assegurar a integridade física da acusada e, agora, a política tenta um outro local onde ela possa ficar detida.

Bebê espancado

AE
Mulher que agrediu bebê

Mulher que agrediu bebê

O bebê Riquelme, de 1 ano e dois meses, foi transferido do quarto especial da UTI pediátrica do Hospital Universitário de Jundiaí para um quarto normal nesta sexta-feira. Segundo a assessoria do hospital, ele passa bem. O menino está andando, falando e comendo normalmente. Apesar da melhora, ainda não há previsão de alta.

Riquelme chegou ao hospital na quarta-feira com traumatismo craniano, escoriações, queimaduras e hematomas por todo o corpo, principalmente nas costas, cabeça e rosto.

Em entrevista ao jornal "Bom Dia Brasil", da TV Globo, Valdecina confessou ter agredido a criança. Ela afirmou que havia trabalhado durante a madrugada e, ao chegar em casa, a criança fazia muito barulho. Ela se justificou dizendo que "o menino ficava chorando na minha cabeça (...) nervosa, eu levantei e bati no menino e nela [a mãe do bebê]".

A mãe do bebê, Luciana Barbosa, de 18 anos, também agredida por Valdecina, permaneceu com ele na quinta-feira.

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