Barcelona, 30 dez (EFE).- Originais de Brasil, Argentina, Chile, Peru, França, Alemanha e Estados Unidos, além do país-sede, Espanha, e de outros, estão entre os 274 romances que concorrem ao Prêmio Nadal, mais antigo do país ibérico, que em 2009 chega à sua 65ª edição.

A imaginação, a intriga e o amor são os elementos mais recorrentes entre as obras apresentadas ao prêmio, que será concedido, como tradicionalmente, no Dia de Reis, 6 de janeiro, durante uma festa literária em Barcelona.

Segundo a editora Destino, organizadora do prêmio, o júri desta edição será formada pelos escritores Germán Gullón, Lorenzo Silva, Andrés Trapiello, Ángela Vallvey e Emili Rosales.

O Prêmio Nadal foi, em algumas ocasiões, o trampolim para alguns autores considerados mais tarde imprescindíveis na literatura espanhola, como Miguel Delibes, Francisco Umbral, Ana María Matute e Carmen Martín Gaite.

O prêmio homenageará em 2009 o escritor espanhol Francisco Casavella, vencedor da edição passada e morto há 13 dias, em 17 de dezembro, de ataque cardíaco, com apenas 45 anos de idade.

Casavella, cujo verdadeiro nome era Francisco García Hortelano, era considerado uma das vozes mais promissoras da recente narrativa espanhola. EFE nac/jp

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