Prefeitura e Guarda Metropolitana de São Paulo não chegam a acordo sobre greve

A Prefeitura e o Sindicato dos Guardas Civis Metropolitanos da Cidade de São Paulo (SindGuardas) não chegaram a um acordo durante a audiência de conciliação na sede do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 2º Região, na tarde desta terça-feira. A greve será julgada em 1ª instância pelo Tribunal.

Agência Estado |

Na audiência, que foi presidida pelo desembargador e vice-presidente judicial do TRT-SP, Nelson Nazar, os representantes da categoria aceitaram a proposta feita pelo TRT de estabelecer uma mesa de negociações, mas a Prefeitura se negou a ampliar o diálogo "por não reconhecer a competência material da Justiça do Trabalho". A desembargadora Vânia Paranhos será a relatora do processo.

De acordo com o TRT, os guardas também aceitaram o apelo do desembargador Nelson Nazar para que os profissionais encerrem a greve. Eles voltarão ao trabalho até o final do julgamento, que ainda não foi marcado.

Sobre o pedido para que a categoria não seja punida pela greve, a Prefeitura disse "que não poderá se abster da prática de punições já que não tem ascendência sobre os atos da Corregedoria, mas pode fazer um apelo à Corregedoria no sentido de que acate a proposta".

Nesta terça-feira, a greve dos guardas civis metropolitanos completou uma semana . A categoria reivindica reajuste de 60% para 140% sobre o Regime Especial do Trabalho Policial, elevação do piso salarial para R$ 1,3 mil e melhores condições de trabalho.

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