Prefeitura do RJ quer câmera em estátua de Drummond

O poeta Carlos Drummond de Andrade deixará de usar óculos. Pelo menos enquanto não for instalada uma câmera de segurança em frente à estátua do poeta, na Praia de Copacabana, no Rio.

Agência Estado |

A decisão da Prefeitura do Rio ocorreu depois que o óculos foi levado ontem, dois dias depois de ter sido reinstalado. Essa foi a quarta vez que o objeto foi furtado. Entre fevereiro e maio, a estátua ficou sem óculos. Segundo a assessoria de imprensa, a Fundação Parques e Jardins vai pedir à Companhia de Engenharia de Tráfico (CET-Rio) a instalação de uma câmera de monitoramento de trânsito focada à estátua do poeta.

A Fundação Parques e Jardins já não tinha mais a réplica da armação usada por Drummond e os técnicos tentavam reconstituí-la a partir de fotografias do poeta. Ao saber disso, Pedro Drummond de Andrade, neto do escritor, cedeu a réplica que havia recebido de presente do artista plástico Leo Silveira, autor da escultura.

A última reinstalação foi feita na última terça-feira. Dessa vez, os técnicos da Fundação Parques e Jardins decidiram soldar o óculos de bronze, que custa R$ 3 mil, em três pontos de cada lado do rosto do poeta - na orelha, testa e bochecha. A intenção era dificultar a ação de vândalos. Mas não foi suficiente. Os técnicos da prefeitura acreditam que o óculos foi arrancado com ajuda de uma barra de ferro que funcionou como alavanca.

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