Prefeitura diz que albergues fechados eram precários

A Secretaria de Assistência Social de São Paulo alegou que os albergues Cirineu e Glicério foram desativados em razão de estarem com suas estruturas prejudicadas e que o Pedroso, na Liberdade, fechará pelo mesmo motivo. Mas a secretaria diz que o equipamento só será encerrado quando houver outro imóvel no centro para substituí-lo.

Agência Estado |

"Prometeram algo parecido quando acabaram com os outros", constata Almeida, superintendente da entidade Viva o Centro.

A Prefeitura de São Paulo deve encerrar, neste ano, os serviços de mais dois albergues para sem-teto: o República Condomínio AEB, com 85 vagas, e o Pedroso, com cerca de 400. O centro de São Paulo e bairros próximos já perderam, em dois anos, quase 700 leitos em albergues municipais. A medida eleva a conta para mais de mil vagas extintas.

"Os albergues funcionam em situação precária", diz o ex-morador de rua Anderson Miranda, coordenador do Movimento Nacional da População de Rua. "Mas desativá-los não é a solução. Em vez de fechar as portas, que tal melhorar o ambiente ou abrir espaços adequados?" As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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