Médica acusada de provocar mortes no Paraná deixa a prisão

Por Agência Estado |

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Ex-chefe da UTI do Hospital Evangélico de Curitiba, médica Virgínia Soares de Souza irá responder ao processo em liberdade

Agência Estado

A médica e ex-chefe da UTI Geral do Hospital Evangélico, em Curitiba, Virgínia Soares de Souza, 56, deixou o Centro de Triagem I, na capital paranaense, às 16h desta quarta-feira. O juiz Daniel Surdi de Avelar, da 2ª Vara do Tribunal de Júri, atendeu ao pedido de habeas corpus da defesa e determinou sua liberação. Ela e o advogado de defesa, Elias Mattar Assad, deixaram a instituição sem falar com a imprensa.

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Andre Rodrigues/Gazeta do Povo/Futura Press
Virginia Soares de Souza deixa o Centro de Triagem 1, em Curitiba, na tarde desta quarta-feira

Virgínia estava detida de forma temporária desde o dia 19 de fevereiro, mas em seguida sua prisão passou a ser "preventiva". Ela é acusada de homicídio duplamente qualificado e formação de quadrilha em conjunto com mais sete médicos e enfermeiros (todos em liberdade).

Em denúncia do Ministério Público acatada pela Justiça na última semana, eles são acusados de envolvimento nas mortes de sete pessoas que estavam na UTI.

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Além da sete mortes investigadas, a polícia ainda investiga mais 21 mortes suspeitas na UTI. Além dos médicos envolvidos, também está na mira da Justiça outros profissionais que atuaram no setor sob a coordenação da médica Virgínia.

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