Setor de terapia intensiva de hospital em Curitiba estava fechado desde que se tornaram públicas as investigações sobre mortes de pacientes

Agência Estado

A chefe da UTI Virgínia Soares de Souza foi presa em 19 de fevereiro
Futura Press
A chefe da UTI Virgínia Soares de Souza foi presa em 19 de fevereiro

A Unidade de Terapia Intensiva (UTI) geral do Hospital Evangélico de Curitiba, fechada desde 23 de fevereiro, quando se tornaram públicas as investigações que apuram mortes de pacientes no local, foi reaberta nesta sexta-feira (8).

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De acordo com a assessoria de imprensa da instituição, 15 médicos, 41 profissionais de enfermagem entre técnicos e enfermeiros e 4 profissionais de apoio - serviços gerais e auxiliar de enfermagem - vão atuar na nova equipe da UTI, sob a coordenação dos médicos Hipólito Carraro Júnior e Marcelo Oliveira Santos.

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A ex-chefe do setor Virgínia Soares de Souza foi presa em 19 de fevereiro sob a acusação de homicídio qualificado e formação de quadrilha. Ela chefiava a UTI desde 2006 e é suspeita de antecipar a morte de pacientes. Além de Virgínia, os médicos Edson Anselmo, Anderson de Freitas e Lais Groff e a enfermeira Maria Israela Bocato também estão presos. Já a médica Krissia Wallbach foi indiciada, mas permanece em liberdade.

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