Médica indiciada por mortes de pacientes é levada para prisão feminina no Paraná

Por Agência Estado |

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Virgínia Soares de Souza, acusada de ordenar a antecipação de mortes de pacientes na UTI do Hospital Evangélico, em Curitiba, foi transferida para presídio fora da capital do Estado

Agência Estado

A médica Virgínia Soares de Souza, acusada de homicídio qualificado pela suspeita de ordenar a antecipação de mortes de pacientes na UTI do Hospital Evangélico, em Curitiba (PR), e que estava presa no Centro de Triagem, em Curitiba (PR), foi transferida, no início da noite desta quarta-feira, para a Penitenciária Feminina de Piraquara, na região metropolitana de Curitiba, sob ordem da cúpula de segurança do Estado.

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Henry Milléo/Gazeta do Povo/Futura Press
Virginia Helena Soares de Souza ao ser presa por policiais no Paraná

A médica está detida desde o dia 19 deste mês. A transferência de Virgínia aconteceu no mesmo dia em que o advogado de defesa, Elias Mattar Assad, requereu um "habeas corpus" de sua cliente junto ao Tribunal de Justiça do Paraná (TJ-PR).

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Segundo Assad, essa transferência é uma represália à forma como a defesa de Virgínia vem agindo no caso, e é ilegal.

"O que estão fazendo, não dando acesso às informações, beira o fascismo. Além disso, Virgínia é uma pessoa com nível superior e precisaria estar em uma condição especial, conforme a lei", afirmou. A polícia não se pronunciou.

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