Porteiros podem ter assassinado ex-ministro do TSE

Adriana Villela, filha de José Guilherme Villela, foi acusada pelo crime

AE |

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Reviravolta nas investigações do assassinato do ex-ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) José Guilherme Villela, sua mulher, Maria Villela, e a empregada Francisca do Nascimento. Os três foram assassinados no final de agosto de 2009 com 78 facadas, em Brasília, e a Coordenação de Crimes contra a Vida chegou a encaminhar denúncia contra a filha do casal, Adriana Villela. Mas foram presas hoje três pessoas apontadas como executoras dos crimes. Seriam eles ex-porteiros que trabalharam no edifício onde a família morava e que conheciam bem o casal.

O diretor-geral da Polícia Civil do Distrito Federal (DF), Pedro Cardoso, e a delegada da 8ª DP, Débora Menezes, se dirigiram hoje para Montalvânia, em Minas Gerais, onde estaria um dos envolvidos no crime. Segundo informações extraoficiais, a descoberta do crime foi feita por acaso, quando um jovem preso na Papuda, presídio de alta segurança de Brasília, ameaçou os colegas dizendo que o pai dele era perigoso e tinha sido um dos assassinos do ex-ministro. A denúncia foi ouvida por uma agente penitenciária que passou a informação à 8ª delegacia de polícia.

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