Policiais negam ter torturado jovens suspeitos de assassinato em Guarulhos

GUARULHOS - O delegado que investigou a morte de Vanessa Batista de Freitas, 22 anos, em Guarulhos, em 2006, afirmou em seu depoimento ao júri, nesta terça-feira, que não havia marcas de tortura nos três acusados de matar e violentar a jovem.

Redação |

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O julgamento de Renato Correia Brito, William César de Brito Silva e Wagner Conceição da Silva começou por volta das 10h, no Fórum Criminal de Guarulhos. Até o momento três testemunhas já foram ouvidas. Entre 10h40 e 12h40, dois policiais militares que encontraram o corpo de Vanessa prestaram depoimento.

O delegado Paulo Roberto Poli Martins, que efetuou a prisão dos rapazes, foi o terceiro a ser ouvido. As três testemunhas negaram que os acusados tenham sofrido tortura e confirmaram as informações levantadas pela investigação. Durante o depoimento dos policiais, os réus foram retirados da sala.  

Às 14h20, o julgamento entrou em recesso para o almoço. Ao todo, 15 testemunhas, onze de defesa, uma da acusação e três comuns, que podem ser usadas tanto em favor como contra os acusados, devem ser ouvidas nesta terça-feira. O debate entre acusação e defesa está programado para ter início amanhã, às 9h.

O promotor público Marcelo de Oliveira, que pediu a prisão dos jovens em 2006 não participa do julgamento. O representante do Ministério Público (MP) no Fórum é Levy Emanuel Magno. O MP determinou que os jovens fossem libertados após Leandro Basílio Rodrigues, 19 anos, conhecido como o "maníaco de Guarulhos", ter confessado o assassinato de Vanessa.

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