Policiais do Rio vão à casa de vítimas tomar depoimento

Sete delegacias do Rio de Janeiro integrarão o projeto Trabalho Dedicado, no qual policiais poderão ir até a casa das vítimas para tomar depoimentos, em caso de necessidade para as investigações. O anúncio foi feito nesta terça-feira pelo secretário de Segurança Pública do Rio, José Mariano Beltrame, durante a inauguração da nova Divisão de Homicídios da Polícia Civil, na Barra da Tijuca, zona oeste da capital fluminense.

iG Rio de Janeiro |

O novo projeto irá começar em fevereiro. Segundo Beltrame, as delegacias incluídas no projeto serão identificadas por uma estrela.

Na inauguração desta terça-feira, o chefe de Polícia Civil do Rio, delegado Allan Turnowski, informou que as equipes da nova Divisão de Homicídios vão dar prioridade às diligências locais dos crimes nas primeiras 48 horas.

Divulgação

Beltrame, comandante Mário Sérgio e Cabral na inauguração da nova divisão 

"Vamos fatiar o Rio em seis partes, cada uma sendo tratada de uma maneira. Por exemplo, Campo Grande, onde a maioria dos homicídios são cometidos por milícias, vai ter um tratamento diferenciado da zona da Leopoldina, área do tráfico, que receberá outro tipo de ação. Homicídio agora vai ser tratado de forma qualificada e com isso esperamos reduzir os índices no Rio de Janeiro", explicou o delegado.

Segundo ele, equipes de bombeiros e peritos atuarão juntamente com os policiais. Eles ajudarão na preservação do local e na coleta de dados sobre os crimes.

Cerca de 250 policiais e oito delegados vão atuar na divisão. Os agentes passarão a atuar em escala de expediente, acabando a escala de plantão de 24 por 48 horas. A nova Divisão de Homicídios passa a substituir as delegacias de homicídios da Capital e da Zona Oeste

De acordo com José Mariano Beltrame, ainda em 2010, a Divisão de Homicídios vai ganhar unidades em Niterói e na Baixada Fluminense. Ambas funcionarão no mesmo modelo da Divisão de Homicídios inaugurada na Barra da Tijuca.

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