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Policiais civis farão paralisação nacional por duas horas nesta quarta

SÃO PAULO ¿ Policiais civis do Distrito Federal, Bahia, Goiás, Rio de Janeiro irão parar suas atividades por duas horas nesta quarta-feira (29) em apoio à greve dos policiais civis do Estado de São Paulo, que já dura mais de um mês. http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2008/10/17/cronologia_da_paralisacao_da_policia_civil_de_sao_paulo_2053555.html target=_topConfira a cronologia da Polícia Civil de São Paulo http://ultimosegundo.ig.com.br///multimidia//galeria_de_fotos/2008/10/27/greve_da_policia_civil_178314.html target=_topVeja a galeria de fotos da manifestação da Polícia Civil nesta segunda

Redação |

Acordo Ortográfico

Sindicatos de todo o País foram convocados pela Associação dos Delegados e Polícia do Brasil. O objetivo é paralisar o atendimento nas delegacias das 14h às 16h, no dia 29. Segundo o presidente do Sindicato dos Delegados de São Paulo, José Martins Leal, a paralisação em São Paulo não será marcada por manifestações. Iremos parar o atendimento. É um protesto que mostra a harmonia nacional do movimento, afirma Leal.

AE
Policiais civis concentrados na Praça da Sé nesta segunda-feira

Os policiais civis do Rio de Janeiro vão aproveitar o ato para discutir em assembléia, em frente à Chefia de Polícia, no centro da capital, se declaram indicativo de greve nos próximos 30 dias.

Para o dia 17 de novembro, as organizações de policiais civis de todo o País organizam uma paralisação mais longa, das 8h às 12h, com atos em frente às sedes dos governos estaduais de cada região. Vamos queimar um caixão que simboliza a situação dos policiais civis, adianta João Batista Rebouças, presidente do Sindicato dos Investigadores de São Paulo.

Segundo Rebouças, a data foi escolhida para lembrar o confronto entre policiais civis e militares, próximo ao Palácio dos Bandeirantes, sede do governo estadual paulista. No confronto, ocorrido em 16 de outubro, 24 pessoas ficaram feridas. Dia 16 de novembro cai num domingo, por isso faremos a manifestação nacional no dia seguinte, explica Rebouças.

Nesta terça-feira, os policiais civis de São Paulo receberam apoio da Associação Nacional de Delegados de Polícia Federal (ADPF). Em carta enviada ao governador de São Paulo, José Serra (PSDB), a ADPF destaca a defasagem salarial dos policiais paulistas e pede que seja encontrada uma solução para essa corporação, "que apesar de trabalhar no Estado mais rico do País, recebe salário muito abaixo dos demais".


Histórico

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Confronto entre policiais
Em greve desde 16 de setembro, os policiais civis de São Paulo realizaram, em 16 de outubro, uma manifestação que acabou em confronto com policiais militares. Os manifestantes queriam se reunir com o governador José Serra, no Palácio dos Bandeirantes, mas a guarda que fazia a segurança da sede do governo os impediu. O confronto transformou as ruas próximas ao Palácio em uma praça de guerra. Armados e usando viaturas da polícia, os manifestantes enfrentaram os policiais militares.

Após o confronto, o movimento grevista cresceu em São Paulo, ganhou apoio de assosciações e sindicatos de outros estados e continuou a realizar manistações. Na última segunda feira (27), cerca de 7 mil policiais civis, segundo os organizadores ¿ e mais de 3 mil, de acordo com a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) ¿, fizeram uma caminhada que começou na Praça da Sé e seguiu até a sede da Delegacia-Geral de Polícia, na Rua Brigadeiro Tobias, passando pela Secretaria da Segurança Pública.

Nos próximos dias, os grevistas prometem uma marcação cerrada na agenda do governador José Serra, seguindo a estratégia dos manifestantes de Bauru, no interior paulista, que na semana passada interpelaram o governador em visita à cidade. Segundo políticos locais, houve até agressões por parte dos manifestantes. Os policiais negam.

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