que deixou pelo menos 24 feridos - nas proximidades do Palácio dos Bandeirantes, sede do governo de São Paulo, sindicatos de policiais civis de diferentes Estados do País começaram a articular um movimento nacional em apoio aos grevistas e em repúdio à maneira que eles classificam como desrespeitosa com que o governo paulista tem tratado os policiais." / que deixou pelo menos 24 feridos - nas proximidades do Palácio dos Bandeirantes, sede do governo de São Paulo, sindicatos de policiais civis de diferentes Estados do País começaram a articular um movimento nacional em apoio aos grevistas e em repúdio à maneira que eles classificam como desrespeitosa com que o governo paulista tem tratado os policiais." /

Policiais civis do País podem parar em apoio a paulistas

SÃO PAULO - Depois do confronto de quinta-feira entre policiais civis e militares - http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2008/10/17/pelo_menos_24_ficam_feridos_apos_choques_entre_policiais_militares_e_civis_em_sp_2051739.htmlque deixou pelo menos 24 feridos - nas proximidades do Palácio dos Bandeirantes, sede do governo de São Paulo, sindicatos de policiais civis de diferentes Estados do País começaram a articular um movimento nacional em apoio aos grevistas e em repúdio à maneira que eles classificam como desrespeitosa com que o governo paulista tem tratado os policiais.

Redação com Agência Estado |

Acordo Ortográfico

O diretor do Sindicato da Polícia Civil do Distrito Federal, Luciano Marinho de Moraes, integrante da Comissão de Segurança Pública do Congresso Nacional, iniciou contatos com sindicatos de Norte, Nordeste, Centro-Oeste e Sudeste.

"Caso o governo do Estado não dê uma resposta rápida às reivindicações, na  próxima semana, vamos paralisar as Polícias Civis de todo o Brasil por um dia."

Segundo Moraes, nesta sexta-feira, o sindicato vai passar nos gabinetes de deputados e senadores para apresentar moção de repúdio ao atual secretário de Segurança Pública de São Paulo, Ronaldo Marzagão, e ao governo de José Serra.

AE
Policiais civis e militares durante confronto em São Paulo na quinta-feira
Policiais civis e militares durante confronto em São Paulo na quinta-feira

Feridos em confronto 

Pelo menos 24 pessoas ficaram feridas no choque entre policiais militares e civis no confronto da tarde de quinta-feira. O choque ocorreu quando os agentes tentaram furar o bloqueio dos militares, que tentavam impedir a aproximação dos manifestantes ao Palácio dos Bandeirantes, na zona sul da capital paulista.

À tarde, treze vítimas foram encaminhadas para o pronto-socorro do Hospital Albert Einstein. No Hospital Itacolomy, no bairro do Butantã, estiveram cinco feridos. Todos já foram liberados.

Futuro da greve

Até o momento, os líderes das associações e sindicatos de policiais de São Paulo não sabem de que forma retomar a negociação com o Estado, após um mês de greve. Na semana passada, a categoria suspendeu a paralisação por 48 horas, na tentativa de dialogar com o governo. A expectativa era de que fosse feita uma nova proposta. O que não ocorreu.

"Aconteceu o que mais temíamos. Eu havia alertado o senadores Sérgio Guerra (PSDB), Aloizio Mercadante (PT) e Romeu Tuma (PTB), anteontem, de que era preciso negociar. Estamos em uma crise profunda. Não sabemos ainda as conseqüências que ela terá", afirmou o delegado Sérgio Marcos Roque, presidente da Associação dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo, a maior e até então mais representativa entidade da Polícia Civil.

O problema é o índice de reajuste dos salários. O governo propõe aumento linear de 6,2% a policiais civis da ativa, aposentados e pensionistas; aposentadoria especial; reestruturação das carreiras com a eliminação da 5ª classe e a transformação da 4ª classe em estágio probatório; e a fixação de intervalos salariais de 10,5% entre as classes. O governo diz ainda que quer reajustar em 38% o salário base dos delegados.

Os delegados consideram a proposta "ridícula", pois o reajuste de 38% só seria dado a poucas dezenas de policiais que ganham o piso e estão em estágio probatório. O presidente do Sindicato dos Delegados de Polícia do Estado (Sindpesp), José Leal, contestou. "O governo não procurou os policiais para discutir a questão da reestruturação", diz. Segundo ele, os profissionais perdem os adicionais quando se aposentam. Portanto, uma decisão que só favoreça quem está na ativa não agrada.


Veja imagens do confronto:

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