Polícia prende seis suspeitos de integrar maior quadrilha de roubo a bancos do País

BELO HORIZONTE - A Polícia Civil de Minas Gerais apresentou nesta terça-feira seis suspeitos de integrar a quadrilha de roubo a bancos e carros fortes considerada a maior do País. Segundo as investigações, o grupo age também em sequestros, latrocínios, roubo de armas de uso exclusivo do Exército, invasão de delegacias e quartéis.

Redação |

Alguns dos integrantes do bando foram presos em novembro e dezembro do ano passado. As prisões, no entanto, não foram divulgadas para não prejudicar o desdobramento das investigações, que culminaram no último dia 15 com a prisão de João Ferreira Lima, o João de Goiânia.

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Metralhadora apreendida com suspeitos de integrar guadrilha

Além dos suspeitos, a operação denominada Vandec ¿ nome do policial militar morto pela quadrilha no roubo ocorrido na cidade de São Gotardo, em 2007 ¿ apreendeu uma van Chrysler blindada, uma metralhadora antiaérea e antitanque, celulares, giroflex, cinco toucas ninja e R$ 8 mil.

Em sua primeira fase (fevereiro de 2007), a ação resultou na prisão de sete suspeitos de participarem de assaltos a bancos nas cidades de São Gotardo, Tiros, Brasilândia de Minas e São Sebastião do Maranhão. Em novembro do ano passado, horas depois de os criminosos levarem R$ 1,25 milhão de um carro forte, em Varginha, outros cinco suspeitos foram identificados e presos por participar da ação.

João de Goiânia e Gilmar Vilarindo de Moura, o Alemão assumiram serem os proprietários e operadores das armas de grosso calibre, como a metralhadora .50, usada em várias ações do grupo criminoso. João estava foragido desde 1987 e Alemão não era preso desde 1998. Ele e o comparsa, Paulo César Miguêz foram presos por policiais em Tocantins, quando se deslocavam para a Venezuela.

Segundo a polícia, eles planejavam praticar o assalto de uma tonelada de ouro, avaliada em R$ 50 milhões. Além de João Ferreira Lima, participariam da ação seis ex-guerrilheiros da FARCs.

O roubo ocorreria entre as cidades de São Romão e Margarita, na Venezuela, onde o veículo de transporte do ouro seria interceptado. Uma Hammer e uma esteira rolante seriam usadas para transportar o produto do roubo.

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