Polícia prende quatro acusados de matar psicóloga em São Paulo

SÃO PAULO - Quatro pessoas acusadas de participar do assassinato da psicóloga Renata Novaes Pinto, executada a tiros na porta de casa em novembro do ano passado na Vila Madalena, zona oeste de São Paulo, já foram presas, segundo informações da Secretaria de Segurança Pública (SSP). Todos possuem passagem pela polícia.

Agência Estado |

Estão presos João Nilton da Silva Moreira, acusado de atirar na psicóloga, Claudemir Rossi Marques, que dirigia a moto, e José Neudes Rodrigues do Prado, responsável por contratar os dois homens que perseguiram e mataram a vítima, informou a SSP.

De acordo com a pasta, outro detido, o ex-policial militar Claudemir Macário dos Santos, foi o mandante do crime, mas ele nega o envolvimento. Ele foi expulso da corporação por receptação.

O crime

A psicóloga Renata Novaes Pinto, de 44 anos, foi executada com três

AE
Renata em foto de arquivo
tiros na cabeça em novembro passado, na Vila Madalena, zona oeste da capital paulista.

Às 7h15 quando a psicóloga estacionou seu Ford Fiesta na porta de sua casa, ela foi abordada por um homem a pé, vestindo moletom vermelho e com capacete colorido. Ele atirou à queima-roupa e fugiu numa moto preta com outro rapaz.

Diariamente, Renata deixava os quatro filhos (três adolescentes e uma criança) na escola, em Pinheiros, e seguia para a Unifesp, na Vila Clementino, zona sul. Na quinta-feira, como era rodízio de seu carro, Renata voltou para pegar o Doblò do marido, mas não teve tempo de descer.

Em depoimento, o marido, o advogado Sergio Henrique Cardoso Lisboa, de 42 anos, não soube dizer se a mulher tinha inimigos.

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