Polícia prende 17 pessoas suspeitas de ligação com milícia no Rio de Janeiro

RIO DE JANEIRO - Pelo menos 17 pessoas acusadas de ligação com a principal milícia do Rio de Janeiro foram presas nesta terça-feira na segunda fase da operação Têmis da polícia civil. O objetivo é desarticular o grupo paramilitar conhecido como Liga da Justiça que atua nos bairros de Campo Grande e Santa Cruz, na zona oeste da capital.

Reuters |

A milícia é liderada pelo ex-policial militar, Ricardo Cruz, conhecido como Batman, preso na primeira fase da operação no início do ano, e pelo ex-deputado estadual, Natalino Guimarães, preso em uma penitenciária federal.

Na segunda fase da operação a polícia civil tenta cumprir 46 mandados de prisão e quase 150 de busca e apreensão.

Um dos presos desta terça-feira foi o policial Ivo Mado, conhecido como "Tomate". "As nossas investigações indicam que ele teria 11 matadores na Liga da Justiça", disse um policial civil que participa da operação.

Na primeira etapa da operação Têmis a polícia prendeu 43 pessoas, sendo que 19 eram policiais e um era bombeiro.

Foram mobilizados 360 policiais para a operação desta terça-feira que, além das prisões, tiveram apreensão de armas, documentos e computadores.

O combate às milícias que atuam na cidade é considerado uma das prioridades da Secretaria da Segurança Pública do governo do Estado.

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