Polícia paranaense investiga suposto atentado a emissora de TV

Artefato pegou fogo em frente à Rede Paranaense de Comunicação (RPC), afiliada à Rede Globo, em Curitiba

AE |

A polícia do Paraná analisa gravações de câmeras de segurança para tentar identificar os responsáveis por um atentado à sede da emissora de televisão da Rede Paranaense de Comunicação (RPC), afiliada à Rede Globo, em Curitiba.

Na terça-feira, uma pessoa que estava em um carro tentou jogar a bomba caseira no pátio da emissora, mas o artefato bateu em um muro e abriu, incendiando-se. Ninguém ficou ferido. De acordo com levantamento dos policiais, um homem encapuzado parou o carro em frente a uma das guaritas da emissora, colocou fogo no pavio e arremessou a bomba, que consistia em pólvora colocada dentro de um tubo plástico.

"As imagens são analisadas quadro a quadro", disse o superintendente da Delegacia de Explosivos, Armas e Munições de Curitiba (Deam), Rogério Luís Matuella. Como o modelo do veículo (um Twingo, da Renault) usado não é comum em Curitiba, o trabalho pode ser facilitado, segundo ele. Um isqueiro encontrado no local também está sendo periciado.

Segundo Matuella, a bomba teria sido feita por quem não conhece o seu mecanismo, o que provocou a sua abertura. "Aparentemente, é coisa de moleque", disse. A pedido da própria polícia, a empresa manteve discrição sobre a ocorrência.

Na noite de terça-feira, a presença de um pacote preto na calçada, próximo à porta que dá acesso à redação do jornal Gazeta do Povo, da mesma empresa, no centro da capital paranaense, fez com que a polícia fosse chamada para verificar se não se tratava de outro atentado. Todos os funcionários saíram do prédio para que os policiais fizessem uma vistoria, mas o pacote tinha apenas lixo.

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