Polícia ouve enfermeiros e faxineira que achou bebê vivo

A faxineira Maria Cleide Correia, que encontrou a menina Geovanna com vida após ter sido diagnosticada morta no Hospital Maternidade Leonor Mendes de Barros, em São Paulo, foi ouvida ontem pela polícia. Ela contou que encontrou o bebê enrolado em um cobertor em uma sala e o viu mexer os braços.

Agência Estado |

Além de Maria Cleide, membros da equipe médica e enfermeiros também foram ouvidos pela polícia ontem.

A mãe de Geovanna Vida, Renata Alves, conheceu a faxineira que salvou sua filha no 81º Distrito Policial, onde a funcionária prestou depoimento. Renata contou que não esperava encontrar Maria Cleide. “Fui à delegacia para ter certeza de que estava tudo certo e que ninguém seria processado. Foi uma surpresa encontrá-la”. As duas conversaram e combinaram de se encontrar novamente.

Segundo o delegado André Pimentel, os profissionais confirmaram a gravidez de risco de Renata e explicaram o tratamento realizado. Ela ficou internada no hospital por cerca de oito dias e entrou em trabalho de parto prematuramente. O hospital abriu sindicância interna para investigar o caso, que também será avaliado pelo Conselho Regional de Medicina. As duas investigações devem ser concluídas em 40 dias. Geovanna continua internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do hospital. Seu estado é grave, porém estável. As informações são do Jornal da Tarde .

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