Polícia Militar prende suspeito de ter assassinado psicóloga em SP, diz TV

SÃO PAULO - A Polícia Militar deteve na manhã desta sexta-feira um homem suspeito de ter particpado do assassinato da psicóloga Renata Novaes Pinto, de 44 anos. As informações são do jornal SPTV, da Rede Globo.

Redação |

AE
Segundo a TV, o suspeito foi encaminhado ao 14º Distrito Policial, em Pinheiros, onde o caso é investigado. Uma moto também foi apreendida.

As imagens gravadas pela câmera de segurança do prédio vizinho a casa onde Renata morava, na Vila Beatriz, zona oeste, mostram que uma moto com duas pessoas parou e logo em seguida foram disparados três tiros contra ela. O veículo tinha a placa dobrada para dificultar sua identificação. Os policiais analisam as imagens para ver se a moto é a mesma usada pelos criminosos.

Uma das possibilidades, segundo a polícia, é a morte ter sido encomendada. Não é latrocínio porque não foi roubado nada. Discordo totalmente desta possibilidade. Pelas características do fato, eu afirmaria que foi uma execução, disse o delegado que investiga o caso, Jorge Carrasco.

O crime

A psicóloga Renata Novaes Pinto, de 44 anos, foi executada com três tiros na cabeça na manhã de quinta-feira, na Vila Madalena, zona oeste da capital paulista.

Às 7h15 quando a psicóloga estacionou seu Ford Fiesta na porta de sua casa, ela foi abordada por um homem a pé, vestindo moletom vermelho e com capacete colorido. Ele atirou à queima-roupa e fugiu numa moto preta com outro rapaz.

Diariamente, Renata deixava os quatro filhos (três adolescentes e uma criança) na escola, em Pinheiros, e seguia para a Unifesp, na Vila Clementino, zona sul. Ontem, como era rodízio de seu carro, Renata voltou para pegar o Doblò do marido, mas não teve tempo de descer.

Em depoimento, o marido, o advogado Sergio Henrique Cardoso Lisboa, de 42 anos, não soube dizer se a mulher tinha inimigos.

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