Polícia Federal prende 8 por exploração indevida de minérios no Amapá

MACAPÁ - A Polícia Federal (PF) do Amapá desencadeou, na manhã desta terça-feira, a Operação Akator, que combate prática em que empresários do ramo da mineração usam da complacência de servidores públicos para explorar indevidamente recursos minerais no Estado. São 10 mandados de prisão temporária, sendo que oito já foram cumpridos. Todos os sete mandados de busca e apreensão foram cumpridos.

Redação |

Entre os investigados estão servidores públicos do Departamento Nacional de Produlção Mineral (DNPM) e da Junta Comercial do Amapá (JUCAP) que, supostamente, participavam decisivamente da organização criminosa em troca de vantagens pessoas, segundo a PF. Das prisões, duas são de servidores públicos do DNPM e uma é de servidora da JUCAP. Os outros sete presos são pessoas do ramo da mineração como empresários, geólogos e pesquisadores.

A investigação acontece desde junho de 2007, após o recebimento de uma denúncia de extração clandestina de ouro no município de Calçoene, no Amapá.

Segundo a PF, no decorrer da apuração da denúncia, verificou-se que o BNMP se omitia no trato de questões que envolviam a exploração de recursos minerais no Amapá.

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