NATAL ¿ A Polícia Federal do Rio Grande do Norte indiciou as 13 pessoas investigadas na Operação Hígia. Entre os indiciados, está o assessor parlamentar Lauro Maia, filho da governadora do Rio Grande do Norte, Wilma de Faria (PSB). A operação apurou a existência de uma quadrilha que agia no Estado e era responsável por fraudar licitações e desviar verbas públicas da Secretaria Estadual de Saúde.

Segundo a PF, a estimativa da quantia desviada pela quadrilha dos cofres públicos supera R$ 11 milhões. Os indiciados vão responder por formação de quadrilha, peculato, corrupção ativa e passiva e fraude em licitação. O grupo era especializado em desvio de verbas, através de contratos fraudulentos na área de limpeza hospitalar e locação de mão-de-obra.

De acordo com as investigações, Lauro Maia seria o principal articulador do esquema. Ele usava o ex-secretário-adjunto de Esportes, João Henrique Lins Bahia Neto, como preposto para negociar propinas com empresários. O Governo do Estado do Rio Grande do Norte ainda não se pronunciou sobre o caso.

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