O deputado Luiz Couto (PT-PB) está cada dia mais isolado. Ameaçado de morte por assassinos profissionais, pediu proteção à Polícia Federal há três semanas, mas até agora não teve resposta. O parlamentar também é padre e, desde esta quarta-feira, encontra-se proibido de celebrar missas pela Arquidiocese da Paraíba por defender, em entrevista ao Congresso em Foco, o fim do celibato e o uso de camisinhas.

As ameaças de morte decorrem da atuação na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investigou grupos de extermínio, encerrada em 2005. Há mais de 20 dias, Couto recebeu do ministro da Justiça, Tarso Genro, a promessa de que teria proteção especial. A ajuda se estenderia ao deputado Fernando Ferro (PT-PE), também marcado para morrer por pistoleiros da fronteira entre Pernambuco e Paraíba.

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