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Polícia Federal busca indício de crime no caso do neto de Sarney

BRASÍLIA - A Polícia Federal (PF) vai buscar indícios de tráfico de influência e corrupção nas operações feitas no Senado pela empresa do neto do presidente da Casa, José Sarney (PMDB-AP). A Sarcris Consultoria, Serviços e Participações Ltda, registrada em nome de José Adriano Cordeiro Sarney faz intermediação de empréstimo consignado a servidores do Senado desde 2007, http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2009/06/25/empresa+de+neto+de+sarney+opera+em+esquema+suspeito+6940938.html target=_topconforme revelou a edição desta quinta-feira do jornal O Estado de S. Paulo.

Agência Estado |

Um dos objetivos dos agentes é averiguar se José Adriano se aproveitou do poder político do avô para ser contratado pelos bancos para intermediar empréstimos com o Senado.

Agência Senado
O presidente do Senado, José Sarney

O surgimento da Sarcris despertou atenção dos investigadores. O negócio dos créditos consignados no Senado estava na mira da PF desde a revelação de que grandes bancos pagaram cifras milionárias a empresas ligadas a familiares do ex-diretor de Recursos Humanos da Casa, João Carlos Zoghbi.

A polícia suspeita que empresas de intermediação de crédito, como as de José Adriano e dos parentes de Zoghbi, dividiam o ramo no Senado em uma espécie de loteamento. De acordo com uma autoridade da corporação ligada às investigações do tema, há possibilidade de abertura de um inquérito exclusivo para o caso do neto de Sarney. As informações são do jornal "O Estado de S. Paulo."

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