Polícia está perto de esclarecer assassinato de psicóloga na Vila Madalena

A Polícia Civil de São Paulo prendeu mais quatro homens acusados de participar do assassinato da psicóloga da Unifesp Renata Novaes Pinto, morta em novembro de 2008 na frente de sua casa, na Vila Madalena, na zona oeste de São Paulo. Segundo a Secretaria de Segurança Pública, apenas um dos cinco presos não confessou a participação no crime, cuja motivação ainda não foi esclarecida.

Redação |

Um homem de 33 anos já havia sido preso dias após o crime. Os outros envolvidos foram localizados recentemente, entre o dia 29 de junho e 8 de julho. Um homem desempregado é acusado de ser o condutor da moto que levou o assassino até a casa da vítima.

Já um comerciante teria recebido R$ 7 mil para contratar os executores do assassinato.  Dessa quantia, R$ 5 mil foram destinados a um açougueiro, que é apontado como o autor dos três disparos e foi preso um dia depois que o comerciante.

O último a ser detido é um homem de 57 anos acusado de arquitetar o crime. Entretanto, ele ainda não admitiu sua participação.

Apesar da confissão de quatro dos presos e das provas que também incriminam o quinto suspeito, o delegado responsável, Anderson Pires Giampaolli, da Delegacia de Investigações Gerais, diz que ainda falta esclarecer a motivação do assassinato.

O crime

A psicóloga e professora da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) Renata Novaes Pinto, de 44 anos, foi executada com três tiros na cabeça no dia 6 de novembro de 2008, na Vila Madalena, zona oeste da capital paulista e nada foi levado. Em depoimento, o marido, o advogado Sergio Henrique Cardoso Lisboa, de 42 anos, não soube dizer se a mulher tinha inimigos.

Eram 7h15 quando a psicóloga estacionou seu Ford Fiesta na porta de casa e foi abordada por um homem a pé, vestindo moletom vermelho e com capacete colorido. Ele atirou à queima-roupa e fugiu numa moto preta com outro rapaz. Ela tinha quatro filhos, três adolescentes e uma criança.

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