Polícia espera laudos sobre caso Isabella, diz delegada

A delegada titular da 4ª Delegacia Seccional Norte, Elisabete Sato, afirmou hoje em entrevista coletiva no 9º Distrito Policial que não é possível fazer nenhuma declaração concreta em relação ao desfecho das investigações acerca da morte da menina Isabella Nardoni, no dia 29 de março, enquanto a polícia não receber os laudos periciais. Até o momento, 44 pessoas já foram ouvidas no inquérito.

Agência Estado |

Outras testemunhas ainda vão depôr sobre o caso. "O caso fica efetivamente atrelado às conclusões técnicas, que virão com a chegada dos laudos periciais", afirmou.

A delegada disse que a polícia vem trabalhando com seriedade no caso de Isabella. "Assim como a sociedade quer uma resposta para esse crime bárbaro, nós também queremos", declarou. Em relação à libertação do pai e da madrasta de Isabella, respectivamente Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá, ela afirmou que isso não irá atrapalhar o trabalho da Polícia Civil. "Toda investigação no início tem uma amplitude de linhas, de correntes e visão de quem esteve no local. E ela vai o que? Com o passar do tempo, eliminando essas possibilidades. É o que a polícia está fazendo".

"A polícia espera concluir as investigações em 30 dias, como determina a lei. Se não for possível a conclusão dessa investigação em 30 dias, o delegado que preside as investigações pedirá para a Justiça um prazo maior. Ou seja, outro prazo igual de 30 dais para a conclusão do caso", explicou Elisabete. A delegada recusou-se a estabelecer uma porcentagem para definir o atual andamento das apurações. "A polícia dará uma resposta a esse crime bárbaro", concluiu a delegada. Isabella morreu no dia 29 ao cair do sexto andar do prédio onde mora seu pai e a madrasta.

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