Polícia do Senado abre inquérito contra Agaciel Maia

BRASÍLIA - A Polícia do Sendo abriu um inquérito para investigar a nomeação da servidora Liz Raquel Monturil Vaz de Souza, feita por ato secreto, para os gabinetes dos senadores Demóstenes Torres (DEM-GO) e Delcídio Amaral (PT-MS). O principal suspeito do ato é Agaciel Maia, ex-diretor-geral da Casa. O pedido da investigação partiu de Demóstenes, que, assim como Delcídio, afirma não ter autorizado a nomeação.

Severino Motta, repórter em Brasília |

Agência Brasil
O ex-diretor-geral da Casa Agaciel Maia
Em nota, a Polícia do Senado afirmou que vai ouvir a servidora e seu pai, Valdeck Vaz de Souza, que é funcionário de carreira da Casa, na quarta-feira. Na quinta-feira, vai ser a vez de Agaciel prestar depoimento, às 16h.

Agaciel também é investigado por uma comissão de sindicância do Senado que apura a edição de atos secretos. Fora do Legislativo, ele é alvo de 10 investigações do Ministério Público, entre elas o uso de laranjas em empresas terceirizadas ou envolvidas em contratos com a Casa. 

Atos secretos

José Sarney é suspeito de autorizar os chamados atos secretos na Mesa Diretora do Senado para uma série de contratações, inclusive de parentes. Os atos administrativos "secretos" teriam sido usados para nomear parentes, amigos, criar cargos e aumentar salários

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