Polícia do Rio procura assassino de menina de 9 anos

A Divisão de Homicídios ainda não tem pistas sobre a identidade do homem que estuprou e matou a menina Raíssa de Souza da Silva, de 9 anos. Ela pedia esmolas na Lapa, no Centro do Rio, na noite de sábado, quando foi levada por um homem negro, que teria uma tatuagem na perna.

Agência Estado |

Esta foi a versão do irmão de Raíssa, de cinco anos, e uma amiga, de seis, que acompanhavam a vítima.

As crianças disseram que o homem prometeu comprar um arco para a Raíssa. O criminoso colocou a criança no colo e desapareceu. O corpo da menina foi encontrado na manhã do dia seguinte, no Aterro do Flamengo, nas proximidades do Museu de Arte Moderna.

A polícia tenta fazer um retrato falado do homem e vai procurar imagens da vítima e do assassino nas câmeras de trânsito. Uma lata de cerveja e um maço de cigarros foram coletados no local, mas não apresentavam impressões digitais.

A menina morava com a mãe e quatro irmãos em um prédio invadido na Rua do Riachuelo. O pai da criança, o pedreiro Rafael Claudino da Silva, de 34 anos, acusou a ex-mulher de negligência e disse que pedirá a guarda da outra filha que tem com a desempregada Silvia Maria de Souza Gomes, de 30 anos. Hoje, Raíssa foi sepultada no Cemitério do Caju (Zona Portuária).

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