Polícia do Pará detém 81 pessoas em rinha de galo

Oitenta e uma pessoas foram detidas acusadas de participar de rinha de galo em Santarém, oeste paraense. O crime foi denunciado à Polícia Federal por moradores do bairro Diamantino, na periferia da cidade. A rinha funcionava em um galpão no local.

Agência Estado |

Após ter sido lavrado o termo circunstanciado, 63 apostadores foram liberados. Dois menores envolvidos no caso foram encaminhados ao Juizado do Menor.

Outras 16 pessoas foram autuadas em flagrante e passaram por exame de corpo de delito, na manhã deste sábado, no Centro de Perícias Científicas Renato Chaves. Elas são acusadas de fazerem parte de uma Associação de Galistas e vão responder por formação de quadrilha e crime ambiental.

"Há formação de quadrilha porque havia um clube. Tem um contrato entre os frequentadores. Existia o pagamento de mensalidade. Isso tudo está provado, não há nada a fazer a não ser autuar todos", concluiu a delegada da PF, Graça Malheiros.

O torneio era bem organizado. Dezenas de gaiolas com aves e duas arenas foram armadas para as brigas entre os galos. Segundo denúncias, os apostadores viajavam até de outros Estados para participar da competição.

Os maus tratos aos animais eram visíveis. Do lado de foram do galpão, a polícia encontrou dois galos mortos. Nas gaiolas foram encontradas aves feridas. Os detidos prestaram depoimento na sede da PF.

Seis pessoas continuam detidas no Centro de Triagem da Polícia Civil e dez já foram encaminhadas para a Penitenciária Agrícola de Cucurunã.

A operação foi realizada pela Polícia Federal, com apoio do Ibama e da Força Nacional de Segurança.

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