Polícia apura suposto sumiço de recém-nascido no PA

A polícia paraense investiga se a estudante Lana Carla da Silva Pimenta teria feito cesariana no hospital Maternidade do Povo e dado à luz um bebê do sexo feminino, no último dia 19, em Belém, ou se ela estaria apenas sofrendo de gravidez psicológica. A família afirma que a jovem, de 20 anos, foi submetida a uma cesariana e que o bebê desapareceu.

iG São Paulo |

A polícia paraense investiga se a estudante Lana Carla da Silva Pimenta teria feito cesariana no hospital Maternidade do Povo e dado à luz um bebê do sexo feminino, no último dia 19, em Belém, ou se ela estaria apenas sofrendo de gravidez psicológica. A família afirma que a jovem, de 20 anos, foi submetida a uma cesariana e que o bebê desapareceu. A direção do hospital nega que ela tenha entrado em trabalho de parto.

A delegada Mara Cristina Santos ouviu Lana e uma testemunha que teria acompanhado a mãe durante seu pré-natal. A Secretaria Municipal de Saúde de Belém (Sesma) confirma que a jovem fazia o pré-natal em uma unidade do bairro da Marambaia desde o dia 15 de dezembro do ano passado.

A família entregou à polícia uma ultrassonografia, datada de 3 de dezembro do ano passado, feita 21 semanas depois da concepção, para provar que Lana estava grávida. Outro documento apresentado à delegada foi a caderneta de acompanhamento do pré-natal, indicando que o bebê estava saudável. No entanto, o médico José Negrão Guimarães, que teria realizado a cesariana, diz que a criança nunca existiu e que tudo não passava de um caso de gravidez psicológica.

"Minha filha estava grávida sim, e eu quero justiça", declarou Maria Elildes Silva Pinheiro, mãe de Lana. "Toda mãe quer ver o filho que teve e eu quero ver minha filha", disse Lana. O advogado Pedro Rocha Junior informou que irá à Justiça responsabilizar o hospital pelo desaparecimento da criança.

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