PM terá de cuidar de área de risco em São Paulo

A Prefeitura de São Paulo ampliou o convênio firmado com a Polícia Militar (PM) que, além de combater os ambulantes ilegais na capital paulista, passará também a reprimir as ocupações irregulares em áreas de proteção ambiental e de risco durante três anos. Os locais ainda não foram definidos, segundo a assessoria do prefeito Gilberto Kassab (DEM).

Agência Estado |

Mas a PM afirma que a prioridade será para a área de várzea do Rio Tietê, onde está prevista a construção do Parque Linear Várzeas do Tietê, em parceria entre o Estado e a administração municipal, e inclui o Jardim Romano, na zona leste.

A área de várzea protegida por lei ambiental equivale a 7.400 campos de futebol iguais ao do Estádio do Morumbi, que mede 7.776 metros quadrados. Somente a região do Jardim Romano, que inclui outros seis bairros, tem cerca de 30 mil moradores ao longo de seis quilômetros de extensão.

Uma comissão de trabalho formada por servidores municipais e por PMs vai definir a forma como as operações ocorrerão. No entanto, também não há data prevista para que a equipe se reúna nem para o início da fiscalização.

De acordo com o capitão Emerson Massera, porta-voz da PM, os policiais estão plenamente preparados para exercer esse tipo de atividade. "Todos os policiais militares recebem conhecimentos durante a formação", disse Massera, em nota. Ainda segundo o capitão, outras áreas, além da várzea do Rio Tietê, poderão ser incluídas nas zonas de fiscalização da PM. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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