PM libera acesso a prédios da USP

Policiais militares liberaram ontem a entrada da reitoria da Universidade de São Paulo (USP) e de outros sete prédios da Cidade Universitária que estavam bloqueados desde terça-feira da semana passada por funcionários em greve. A movimentação ocorreu de forma pacífica, mas gerou protestos de grupos de estudantes e professores, que repudiaram a presença policial no câmpus, relembrando confrontos ocorridos na USP na época do regime militar.

Agência Estado |

A ação policial também liberou as entradas do prédio da antiga reitoria, da coordenadoria do câmpus, da coordenadoria de assistência social, do centro de práticas esportivas, do Museu de Arte Contemporânea, do Museu de Arqueologia e Etnologia e da creche oeste, todos bloqueados por piquetes de servidores. Por volta das 18 horas, os policiais deixaram o câmpus. Segundo nota divulgada pela reitoria, a instituição obteve na última quarta-feira na Justiça a reintegração de posse dos prédios, que foi cumprida ontem.

“A reitoria reconhece o direito de reivindicação de seus servidores, mas não pode se omitir diante de ações violentas e tumultuosas e tem a responsabilidade de assegurar o pleno funcionamento da universidade”, afirma a nota. A reitora Suely Vilela, que desde o início da greve não quis se pronunciar sobre o caso, estava trabalhando em outro edifício do câmpus. O sindicato dos funcionários (Sintusp) chegou a divulgar que a reitora, nos últimos dias, estaria na Espanha, fato negado pela assessoria de imprensa. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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