SÃO PAULO - O Hospital das Clínicas (HC) informou que o estado de saúde de Rildo Elias Soares, um dos feridos na explosão do sistema de ar-condicionado do Conjunto Nacional, localizado na avenida Paulista, piorou na madrugada desta quinta-feira.

Simone Oliveira/Internauta iG
Explosão causou tumulto na região
Soares está internado em estado grave, segundo o hospital. Ele sofreu uma fratura exposta na perna direita e foi operado ainda na terça-feira, dia da explosão. De acordo com o HC, ele estava em internado com estado de saúde "estável" e piorou nesta madrugada. Seu quadro requer atenção dos médicos.

O outro ferido, Santo Gales Sobrinho, que sofreu queimaduras de 1º, 2º e 3º graus, continua em estado grave na UTI de queimaduras do HC. Não há previsão de alta para os dois, pelo que informou o hospital.

Segundo a Polícia Militar, os feridos são funcionários terceirizados que faziam a manutenção do aparelho da academia Bio Ritmo. As causas da explosão ainda estão sendo apuradas. 

Ainda segundo a polícia, a explosão não atingiu a estrutura do prédio e não há perigo para os freqüentadores do local.

Em nota, o presidente da academia Bio Ritmo, Edgard Corona, e a síndica do Conjunto Nacional, Vilma Perameza, afirmaram que os dois feridos foram atendidos imediatamente pelos seguranças do edifício e encaminhados ao HC pelo Corpo de Bombeiros. O texto informou, ainda, que não houve interrupção no funcionamento do edifício e que a academia voltou às atividades normais.


O edifício

Projetado pelo arquiteto David Libeskind e inaugurado no final dos anos 1950, o Conjunto Nacional ocupa toda a quadra delimitada pela avenida Paulista, a rua Augusta, a alameda Santos e a rua Padre João Manoel.

O prédio é, ao mesmo tempo, comercial e residencial, e abriga lojas de roupas, farmácias, agências bancárias, livrarias, cinema, entre outros estabelecimentos comerciais de pequeno, médio e grande porte, além de 47 apartamentos residenciais.

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