Pichadora da Bienal de São Paulo é solta após mais de 50 dias na prisão

SÃO PAULO ¿ A artesã e estudante, Caroline Pivetta da Mota, de 23 anos, presa por pichar as paredes do pavimento da 28º Bienal de São Paulo, foi solta por volta das 9h45 desta sexta-feira, segundo a Secretaria de Administração Penitenciária. O Tribunal de Justiça de São Paulo concedeu a liberdade provisória para a jovem nesta quinta-feira.

Redação |

Acordo Ortográfico Caroline estava presa há mais de 50 dias e a Justiça de São Paulo já havia negado por duas vezes o pedido de liberdade de Caroline.

A jovem foi detida pelos seguranças e levada ao 36º Distrito Policial (Paraíso) no dia da pichação. Três dias depois foi presa na Penitenciária Feminina SantAna, no Carandiru. Ré primária, dividia a cela com uma detenta.

Seu companheiro de grupo, o taxista Rafael Martins, de 27 anos, foi preso, mas liberado após sete dias.

Os dois podem responder processo por destruição de prédio público, com pena de um mês a dois anos de prisão. A acusação pode agravar porque o prédio é tombado.

Assista: Justiça reconsidera liminar da prisão de pichadora da Bienal de São Paulo

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