Operação Pasárgada prende novamente prefeito de Juiz de Fora http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2008/06/12/policia_federal_prende_11_pessoas_em_barra_mansa_1355819.html target=_blankPolícia Federal prende 11 pessoas em Barra Mansa" / Operação Pasárgada prende novamente prefeito de Juiz de Fora http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2008/06/12/policia_federal_prende_11_pessoas_em_barra_mansa_1355819.html target=_blankPolícia Federal prende 11 pessoas em Barra Mansa" /

PF prende 19 pessoas acusadas de fraude que chegava a R$ 2 bi

SÃO PAULO - O juiz federal Pedro Luis Piedade Novaes, da 1ª Vara da Justiça Federal em Araçatuba, no interior de São Paulo, decretou prisão temporária de 19 pessoas supostamente envolvidas na Operação Cana Brava e determinou a expedição de mandados de busca e apreensão em 25 residências, escritórios e sete empresas. http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2008/06/12/operasao_pasargada_prende_novamente_prefeito_de_juiz_de_fora_1355806.html target=_blankOperação Pasárgada prende novamente prefeito de Juiz de Fora http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2008/06/12/policia_federal_prende_11_pessoas_em_barra_mansa_1355819.html target=_blankPolícia Federal prende 11 pessoas em Barra Mansa

Redação |

A Operação Cana Brava foi instaurada oito meses atrás, quando a PF de Araçatuba recebeu processos administrativos da Secretaria da Receita Previdenciária, para investigações de crimes de apropriação indébita pela CAP - Companhia Açucareira de Penápolis, indicando débito superior a R$5 milhões com a Previdência Social.

Ao realizar pesquisas em seu Banco de Dados, a PF identificou outros inquéritos policiais instaurados, inclusive débitos tributários da CAP e de empresas ligadas a ela, elevando o prejuízo aos cofres públicos para cerca de R$600 milhões.

Para o juiz, existem provas (materiais e documentais) suficientes demonstrando a ocorrência dos crimes de formação de quadrilha, apropriação indébita previdenciária, sonegação fiscal, emissão de duplicata simulada, coação de testemunha e falsidade ideológica.

Diante das evidências apresentadas pelas investigações e do poder econômico da suposta organização criminosa, o juiz concluiu que justifica-se a decretação de prisão temporária dos envolvidos para não comprometer a busca e apreensão de eventuais novas provas em suas residências/escritórios e empresas. "Não se pode ignorar" ¿ disse ¿ "que a destruição de provas e a eventual ameaça a testemunhas poderão inviabilizar o prosseguimento das diligências apuratórias". O nome dos supostos envolvidos foi preservado por se tratar de fase investigatória. (DAS).

Leia mais sobre: Polícia Federal

    Leia tudo sobre: pf

    Notícias Relacionadas


      Mais destaques

      Destaques da home iG