Alçado à condição de símbolo da luta contra a corrupção no Brasil após ser afastado do comando da Operação Satiagraha, o delegado da Polícia Federal Protógenes Queiroz afirma que atualmente seus colegas de corporação evitam participar de missões com elevada carga de complexidade com receio de sofrer represálias.

Não querem mexer com peixe graúdo. Definitivamente, não, admite Protógenes. Hoje paira um estado de letargia, um estado de desconfiança no seio da classe da Polícia Federal, revela o delegado em entrevista exclusiva ao Congresso em Foco.

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