PF entende que prisão de Menezes não era necessária

BRASÍLIA - O novo diretor-executivo da Polícia Federal (PF), Alberto Troncon Filho, disse que, na visão da corporação, a prisão do antigo número dois da corporação, Romero Menezes, não seria necessária. Apesar disso, ele comentou que, como o Ministério Público entendeu haver risco de Menezes prejudicar as investigações por causa de seu cargo, a prisão foi efetuada.

Severino Motta - Último Segundo/Santafé Idéias |

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Não. Na minha opinião, não [seria necessária a prisão], disse. Mas não importa quem ou quão chato e doloroso seja. Nosso trabalho é feito dentro da regra do jogo, completou.

Menezes foi preso na manhã desta terça-feira por suposto favorecimento a seu irmão, José Gomes de Menezes Júnior, gerente de  uma empresa que tentava ingressar no mercado de segurança.

Trocon reforçou que a prisão do número dois da PF não afeta a credibilidade da instituição. Para ele, tal prisão mostra o compromisso da PF com a transparência e o cumprimento da lei. Me aponte uma instituição que tenha atuado com mais rigor e imparcialidade, que tem feito mais que a PF que mostra que faz o que deve ser feito, afirmou.

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