Petrobras vai financiar despoluição na Baía da Guanabara, diz ministro

RIO DE JANEIRO - O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, disse neste domingo que as obras de despoluição do Canal do Cunha, na Ilha do Fundão, no Rio de Janeiro, serão iniciadas em breve pela Petrobras.

Agência Brasil |

Minc participou da cerimônia de posse da nova diretoria da Superintendência Estadual de Rios e Lagoas (Serla), quando informou já ter conversado sobre a questão com o presidente da estatal, José Sergio Gabrielli.

Agora o Canal do Cunha virou uma questão nacional. Não é mais um problema do Rio de Janeiro. É um problema do país. Portanto, eu espero brevemente que essas obras comecem.

Em maio passado, quando ainda era secretário estadual do Ambiente do Rio de Janeiro, Carlos Minc informou que a versão final das obras de engenharia estava em análise pela Petrobras, que financiaria a execução do projeto. Naquela ocasião, o atual ministro disse que as obras de recuperação e revitalização dos canais do Fundão e do Cunha e do seu entorno, na Baía da Guanabara, começariam em julho, devido ao aumento do custo do projeto, avaliado inicialmente em R$ 70 milhões,  para cerca de R$ 280 milhões.

O Canal do Fundão e o Canal do Cunha encontram-se assoreados e poluídos, impedindo a circulação das águas da baía. Serão dragados e desassoreados cerca de 6,5 km de extensão dos canais. Posteriormente, a região receberá tratamento urbanístico e paisagístico, de acordo com informação da secretaria do Ambiente do estado.

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