Pesquisa espontânea ainda aponta Lula na frente para eleição de 2010

BRASÍLIA - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sustenta a liderança em pesquisa espontânea sobre a eleição presidencial em 2010, na pesquisa CNT/Sensus divulgada hoje. O nome do atual presidente, que não pode ser candidato à reeleição, aparece espontaneamente com 16,2% das intenções.

Valor Online |

O governador José Serra (PSDB) tem 8,8% e a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, tem 3,6%. O governador de Minas Gerais, Aécio Neves (PSDB), aparece com 2,9%, o deputado Ciro Gomes (PSB) aparece com 1,5% e a deputada Heloísa Helena (P-SOL), com 1,4%.

Nas perguntas estimuladas sobre intenções de voto no primeiro turno, Serra ganhou terreno e conta com 45,7% das intenções ante os 42,8% observados na pesquisa de janeiro. Dilma Rousseff também viu a preferência a seu favor se ampliar de 13,5% para 16,3%. Heloísa Helena manteve posicionamento em 11%, ante 11,2% na pesquisa passada, enquanto a fatia de eleitores sem candidato diminuiu de 32,6% para 27%.

Em cenário de disputa com Aécio Neves, Dilma saiu de 16,4% das intenções em janeiro para 19,9% agora, enquanto o nome do governador mineiro teve queda de 23,3% para 22%. Na lista estimulada em que Dilma não aparece, José Serra lidera com 43,1% das intenções (ante 41,9% na pesquisa anterior) e Ciro Gomes surge com 14,9% (10,6%).

No cenário em que a disputa sugerida é entre Aécio e Ciro Gomes, o governador mineiro sustenta 21,2% da preferência (21,9%) e Ciro Gomes avança para 19,2% (16,1%).

Numa simulação sobre segundo turno, as intenções de voto para Serra se ampliaram para 53,5% ante 50,8%, e Dilma avançou de 16,6% para 21,3%. No quadro de disputa com Aécio, Dilma sai de 23,9% na pesquisa de janeiro para 29,1% nesta edição, enquanto a preferência por Aécio recua para 28,3% ante os 30,4% apurados antes.

Em pergunta sobre a influência do presidente Lula para a escolha do candidato, a pesquisa mostrou aumento, de 15,6% para 20,3%, da fatia de eleitores que votariam no candidato apoiado pelo atual presidente. Já no grupo dos que não votariam por essa razão viu-se uma redução de 34% para 25,9%.

(Valor Online)

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