Perito não oficial diz que moto aquática estava sendo pilotada

O perito oficial do inquérito afirmou que o equipamento andava sozinho quando atingiu Grazielly em Guaratuba, Bertioga

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Criança tinha apenas 3 anos e foi atingida por jet ski enquanto brincava
O perito contratado pela família da menina Grazielly Almeida Lames, de 3 anos, atropelada e morta por uma moto aquática em 18 de fevereiro, na praia de Guaratuba , em Bertioga (SP), contestou as afirmações do perito oficial do inquérito, de que o equipamento andava sozinho, quando atingiu a menina.

A contestação foi feita pelo perito Jean Pierre Frederico, na manhã desta terça-feira, na mesma praia de Guaratuba. Uma boneca, com as mesmas características de Grazielli, pesando 15 quilos e com 98 centímetros de altura, foi utilizada no trabalho.

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"Se o jet ski estivesse sem condutor, ele teria caído antes de atingir a menina", afirmou o perito, que é piloto profissional. Todo o trabalho foi acompanhado de perto por um engenheiro mecânico, que analisou toda a dinâmica do equipamento.

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O percurso da moto aquática durou exatamente 1 minuto e 58 segundo, até atingir a boneca que, como Grazielli, encontrava-se na beira d'água. Um dos tios da garota, Zildoar de Lames, disse que com esta simulação, a família espera por justiça e também para que novos acidentes não venham se repetir naquela praia.

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