Perc Pan comemora 15 anos com shows no Rio e Bahia

RIO DE JANEIRO ¿ Com a reputação de ser o mais significativo festival do gênero no País e na América do Sul, o Perc Pan - Panorama Percussivo Mundial festeja 15 anos em Salvador (no Teatro Castro Alves) e no Rio, a partir de segunda-feira, com uma programação robusta. A atração de maior repercussão internacional é o grupo americano Stomp, que combina música, dança e malabarismo. Do exterior, também vêm as espanholas do Faltriqueira, o grupo africano Amazones e os cubanos do Sintese.

Agência Estado |

Grupo Stomp é a estrela do Perc Pan / Divulgação

Outros nomes de peso são os brasileiros Laudir de Oliveira e Wagner Tiso. Os baianos são representados pela Orkestra Rumpilezz, que fazem música inspirada no jazz e no candomblé, e por Orlando Costa, que já tocou com Caetano Veloso, Marisa Monte e Ney Matogrosso, entre outros. O elenco se completa com os cariocas dos Ritmistas.

Entre as boas novidades do festival está a mudança de local dos shows no Rio. Depois da experiência frustrada na Fundição Progresso - que é um lugar muito bonito, porém, com acústica precária -, o evento ocupa o recém-reinaugurado Teatro Casa Grande.

Na Fundição não dava para fazer mais. Por causa da acústica, tanto o público como os artistas saíram prejudicados, diz a antropóloga e produtora baiana Beth Cayres, idealizadora do Perc Pan. Ela também divide a curadoria do festival com o percussionista carioca Marcos Suzano, que atua como anfitrião e faz a ligação entre os convidados com improvisos e prováveis participações nos shows.

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