Pedreiro confessa ter matado arquiteta após briga por dívida de R$ 60, diz polícia

SÃO PAULO - O pedreiro Reginaldo Calil Sanches, de 32 anos, confessou ter matado a arquiteta Aparecida Valéria Colnago, de 46 anos, em Tupã, no interior de São Paulo. O corpo dela foi encontrado na tarde da última terça-feira em um canavial da região.

Redação |

Segundo o delegado Washington Luíz Muzzi, da Delegacia de Investigações Gerais de Tupã, o pedreiro disse que discutiu com a arquiteta, que apresentava um programa na TV local, por causa de uma dívida de R$ 60.

Valéria estava desaparecida desde a última segunda-feira. Na manhã da terça-feira, seu carro foi encontrado ao lado do terminal rodoviário da cidade, com manchas de sangue e sujo de terra.

Durante as investigações, Sanches prestou depoimento e, segundo o delegado, sua história se revelou uma mentira. "Ele acabou confessando". De acordo com a polícia, o pedreiro contou que já havia trabalhado para a arquiteta e voltou à casa dela na segunda-feira para pagar uma dívida com serviços. Após uma suposta ofensa, o pedreiro teria empurrado a mulher, que bateu a cabeça e desmaiou.

O pedreiro, então, teria tentado sair da casa, mas não conseguiu abrir os portões eletrônicos, voltando à cozinha. Quando percebeu que Valéria não tinha morrido, jogou um tapete sobre seu rosto e tentou sufocá-la com o joelho. Ainda segundo a polícia, Sanches disse ter colocado a arquiteta no carro e batido nela com uma pequena enxada até sua morte. Antes de sair da casa da vítima, o pedreiro voltou para pegar jóias e celular da arquiteta.

De acordo com a polícia, Sanches está preso na cadeia pública de Rinópolis, mas será transferido em breve para o Centro de Detenção Provisória de Caiuá.

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