Parecer ético das cotas contradiz parecer jurídico

O parecer ético encomendado pela Câmara ao professor Clóvis Barros Filho para avaliar o uso da cota de passagens aéreas pelos deputados contradiz um pressuposto do outro parecer jurídico, do professor Manoel Gonçalves Ferreira Filho, também contratado pelo Legislativo. Para o jurista Gonçalves Filho, todas as viagens feitas pelos parlamentares com recursos da Câmara foram legais, como revelou nesta terça-feira o Congresso em Foco, porque se baseavam numa prática antiga do Parlamento. Clóvis Barros tem reservas quanto a essa tese.

Congresso em Foco |

Nesta terça, a Câmara divulgou a íntegra dos dois pareceres, que vão balizar a análise de todos os casos relativos aos deputados e seus voos, noticiados por série de reportagens do Congresso em Foco. Os documentos serviram de base para o presidente da Câmara, Michel Temer (PMDB-SP), arquivar uma denúncia popular contra o deputado Fábio Faria (PMN-RN), que usou as passagens com artistas que trabalharam em seu camarote de carnaval.

Leia a reportagem completa no Congresso em Foco

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