Para Mendes, grampo foi feito em seu celular

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, acredita que a espionagem de sua conversa com o senador Demóstenes Torres (DEM-GO) foi feita no seu aparelho de telefone celular. Em conversa com parlamentares, hoje, Mendes disse que a ligação foi feita do celular que utiliza para o gabinete do senador goiano quando estava em trânsito no seu carro oficial.

Agência Estado |

Na sua opinião, o monitoramento clandestino foi feito sobre esse aparelho.

Se essa avaliação estiver correta, a escuta feita sobre sua ligação poderia ser do tipo móvel. Ou seja, isso abriria a possibilidade, inclusive, para que esse monitoramento ilegal estivesse sendo feito dentro de algum veículo adaptado para a função. Nesse caso, poderia até estar seguindo o carro do ministro ou estacionado próximo do local por onde passava.

A opinião do ministro é compartilhada pelo próprio Demóstenes. Hoje, o senador foi ouvido pelos delegados da Polícia Federal (PF) que investigam o grampo ilegal e afirmou que não acredita que a escuta foi montada no seu gabinete ou em algum telefone do Senado. Já foi feita uma varredura na sua sala no Congresso e não foi encontrado qualquer indício da existência de escutas no local.

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