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Para Ayres Britto, urna biométrica pode ser adotada em menos de 8 anos

BRASÍLIA - Apesar da previsão de uso disseminado em oito anos, o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Carlos Ayres Britto, disse hoje que a implantação da urna eletrônica com leitor biométrico poderá ocorrer antes. Não descarto a possibilidade de ocorrer em menor prazo, disse.

Valor Online |

A novidade foi testada na eleição de hoje, com a identificação do eleitor pela impressão digital, diretamente na urna.

Para antecipar, o ministro disse que dois problemas terão que ser superados: a realização de um recadastramento eleitoral, agora pela impressão digital, e maior volume de recursos orçamentários.

"A urna biométrica, podemos dizer, é vacinada contra fraude do eleitor", comentou o presidente do TSE. O novo sistema também "vai diminuir muito o número de mesários" nas sessões eleitorais, continuou ele.

Cerca de 20 urnas com leitura biométrica e fotografia digitalizada foram testadas hoje em três municípios, onde o TSE conseguiu cadastrar todos os eleitores locais: em Colorado do Oeste em Rondônia, Fátima do Sul em Mato Grosso do Sul e São João Batista em Santa Catarina.

A área de tecnologia do TSE informou que não foi detectado nenhum problema com as urnas em teste, que deram as respostas esperadas. O TSE já tem em estoque 25 mil desses novos equipamentos. A previsão é de que as demais urnas em uso poderão ter o leitor biométrico acoplado, além de mudança de software, para implantação em todo o país.

Segundo o presidente do Tribunal, a novidade da identificação do eleitor pelo polegar "é motivo de júbilo", pois mantém o Brasil "na vanguarda tecnológica" do processo eleitoral.

(Azelma Rodrigues | Valor Online)

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