Inquérito da Polícia Civil indicia Lindemberg e pai de Eloá" / Inquérito da Polícia Civil indicia Lindemberg e pai de Eloá" /

Pai de Eloá ainda pertence aos quadros da PM de Alagoas

A Polícia Militar (PM) de Alagoas informou nesta sexta-feira que Everaldo Pereira dos Santos, pai da adolescente Eloá Cristina Pimentel, ainda pertence aos quadros da instituição, embora esteja respondendo a um processo por deserção, já que está foragido do quartel há 17 anos. http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2008/10/24/ex_cabo_da_pm_everaldo_pereira_pai_de_eloa_e_indiciado_por_falsidade_ideologica_2067795.html target=_topInquérito da Polícia Civil indicia Lindemberg e pai de Eloá

Redação com Agência Estado |

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O pai da adolescente também é acusado de participação no assassinato do delegado Ricardo Lessa, irmão do ex-governador Ronaldo Lessa, em outubro de 1991

Eloá, de 15 anos, foi assassinada depois de ficar mais de 100 horas em poder do ex-namorado Lindemberg Alves, em Santo André, no ABC paulista.

O tenente-coronel Sandro Roberto, da 5ª Seção da PM do Estado, informou que o cabo Everaldo - "nome de guerra" do pai da Eloá - tem que se apresentar à PM para ser novamente incluído à corporação e para responder ao processo por deserção.

"Quando ele voltar a Alagoas deve se apresentar à PM, para ser submetido a uma inspeção de saúde, ser 'reincluído' à tropa e responder ao inquérito policial militar por crime de deserção, pelo qual pode pegar de dois anos de cadeia, até a perda da farda", disse o tenente, que trabalha no setor de comunicação da PM.

Segundo Roberto, desde que o cabo Everaldo foi acusado de participação no assassinato, nunca mais se apresentou à corporação. "Por isso, oito dias após a fuga, foi aberto um processo de deserção, que ele continua respondendo até hoje. O processo só pode ser concluído depois que ele se apresentar."

Pela manhã, o comandante da PM de Alagoas, coronel Dalmo Sena, esteve reunido com o secretário da Defesa Social, Paulo Rubim, que é delegado aposentado da Polícia Federal (PF). Segundo o tenente Sandro, os dois se encontraram para discutir a situação do cabo Everaldo. O delegado-geral da Polícia Civil, Marcílio Barenco, também foi convidado para a reunião.

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